Roteiros/Relatos: Eurotrip - Suíça parte 1

(Várias fotos dessa postagem foram removidas pelo Blogger. Um dia eu tomo tempo e recoloco).

Cheguei a Zurique na noite do dia 11 de outubro, de British Airways (quase achei que ia perder o vôo em Londres por pura bobeira minha). O aeroporto é super moderno e a primeira impressão do país foi ótima. Fiquei hospedada na casa de uma amiga que mora nos arredores de Zurique, que me deu um dos melhores presentes da viagem: um passe "multi-funcional" de 2 dias que me dava direito a usar todos tipos de transporte da Suíça, de qualquer cidade para qualquer cidade, por apenas 35,00 Francos cada (sim, o dinheiro na Suíça não é o Euro). Isso só pode ser comprado na prefeitura das cidades... Então, se tiver um amigo morando na Suíça, peça pra ele comprar um desses pra você.
No jantar, minha amiga serviu Raclette, prato típico da Suíça, a base de batata, queijo derretido, picles, etc. Delícioso!!!
Grindelwald
No dia seguinte, acordei cedo e peguei um tram e depois um trem de Zurique em direção a Grindewald (com direito a umas 2 trocas de trem). No meio do caminho, como já havíamos combinado, encontrei outra amiga brasileira que também mora na Suíça e que seria minha guia por um dia.
Caminho para Kleine Schedegg
Durante a viagem até lá você vai percebendo que grandes emoções lhe aguardam. O país é um cartão postal de verdade. A paisagem é tão linda e tão diferente que dá vontade de engolir com os olhos. Por mais fotos que se tire, não é possível retratar com fidelidade tanta beleza.
Mas voltando à descrição da cidadezinha, parece uma Campos do Jordão, só que menor, mais rural e com neve no topo dos Alpes. De lá, pegamos outro trem para Kleine Scheidegg, que é um ponto antes de se chegar no topo da Europa, o Jungfrau. Acabei não indo nesse último porque é bem caro (174 Francos!!! enquanto para Kleine Schedegg, 54,00. Eu paguei metade por causa desse multi-passe).

Em Kleine Schedegg, pode-se ver o Eiger, o Mönch e o Jungfrau, que são três montanhas que ficam lado a lado. Fiz uma trilhazinha a pé até um mirante. A vontade que dá é de ficar lá para sempre, só olhando a paisagem, ouvindo o som do vento entre as montanhas. É algo tão grandioso e diferente pra nós brasileiros! Te faz sentir pequenininho... E de alguma forma, mais perto de Deus.
Basel
De lá, fomos para Basel, onde eu passei a noite na casa dessa amiga. Adivinhem o que tinha pra jantar??? Raclette!!! Que coisa mais deliciosa!!!
De manhã, fiz um passei rápido pela cidade que fica a beira do rio Reno. Tem aquelas ruas estreitas, construções medievais. Mas estava chovendo e eu queria ir para meu próximo destino: Lucerna. Mais um vez, fui de trem.


Lucerna
A cidade estava cheia! Fiquei curiosa pra saber se é sempre assim. Ao chegar, fui ao setor de informação turística e peguei um mapa. Nele, havia propostas de caminhos à pé pela cidade. Fiz todo o passeio - com direito a subir em torre de muralha medieval, andar pelas ruazinhas entreitas, tirar fotos nas pontes lindas (a ponte das flores é realmente encantadora) - em duas horas. Foi o único dia que passei sozinha e meu ritmo de passeio é bem acelerado. Resolvi pegar um barco. Há várias opções de trajeto, mais ou menos longos. Peguei o mais curto, que durava 1 hora e chegava à Weggis.


Weggis


Como se não bastasse a paisagem absurdamente linda, ainda tinha um arco-íris na chegada à cidadezinha! E eu tinha pouca bateria na câmera. Imagine minha aflição! Acabei pegando um teleférico para subir o monte Rigi. Dessa estação, peguei um trenzinho até o Rigi Kulm, 1752m. De lá, voltei de trenzinho até Vitznau. Outro cartão postal! Não dá pra acreditar que as pessoas moram ali. Parece uma vida de mentira!


Vitznau


Finalmente, depois de tantos passeios, peguei um barco de volta pra Lucerna e um trem para Zurique. Cada vez mais encantada com esse país.

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