Relatos: Florianópolis

Praia da Joaquina

Pausa na sequencia de posts sobre a Eurotrip (que começará em 13 dias) para falar sobre a minha viagem do final de semana: Floripa! Não foi a primeira vez, mas das outras vezes fui só de passagem e há muuuuito tempo. Dessa vez pude de fato conhecer a ilha e tirar algumas conclusões. Confesso que fiquei com a sensação de que só indo no verão para entender melhor como funciona a cidade. É tudo bem atípico, como se fossem várias cidades dentro de uma só.
Fiquei na Joaquina, litoral Sul, num hotel indicado por uma conhecida. Queria um lugar barato e decente. O hotel cumpriu essas funções. Ponto. Nada de especial.
Fora de temporada e com previsão de chuva, mas as passagens já estavam compradas e o hotel, com a reserva feita (era preciso fazer um depósito de metade das diárias). Fomos.
De cara, você percebe que se trata de uma cidade de grandes distâncias. Do aeroporto pro hotel dava uns 35-40 minutos, sem trânsito, à uma da manhã do sábado. Sinalização? Muito escassa. Mesmo com GPS, você pode se perder.
De manhã pudemos ver o mar, olhando pela janela do hotel. Na praia da Joaquina, com os 20 graus que fazia, só surfistas desafiavam o mar. Pareciam "tubaroezinhos" lá no meio das ondas. A praia é bonita, grande, mas o mar parece ser bravo. O que me encanta em certas praias de Santa Catarina é a presença de pinheiros pertinho do mar. Dá uma cara bem diferente ao litoral brasileiro - acostumado mais aos coqueiros.
Agradeci a Deus mil vezes pelo dia de sol (entre nuvens, mas sem chuva) que fez. Uma verdadeira benção!
O almoço foi algo surpreendente. Tínhamos duas indicações: o Barba Negra e a Casa do Chico. Um do lado do outro, na Av. das Rendeiras, em frente à lagoa da Conceição. Acabamos escolhendo o segundo, por estar mais cheio (os preços e os pratos eram bem semelhantes). Acertamos em cheio. Pedimos tainha grelhada e estava simplesmente maravilhoso! Memorável... Um tempero inesquecível e o preço foi bom. Recomendo!
De lá, partimos para o litoral Norte, que me disseram ser mais bonito. Primeira parada: a famosa Jurerê Internacional. Achei realmente especial. Não me lembro de outro lugar no Brasil com tantas mansões e casas lindas sem muro, como se fosse um condomínio. Porém a praia, nada de mais. Longe de ser feia, mas não me encantou. Seguimos para praia do Forte, subimos até o Forte de São José da Ponta Grossa, mas não pudemos entrar porque esquecemos a carteira no carro (ingresso: R$ 4,00). Por fora já é bem bonito. Em seguida, Jurerê e Canasvieiras. Bacana, mas também não me encantei.
Ingleses. Como estrutura, talvez seja melhor de ficar. Tem mercado, restaurante, posto de gasolina, padaria... enfim, é um bairro independente (os outros não tem tanta opção). E não parece ser tão caro. Praia bonita.
Até que chegamos na minha preferida do dia: Santinho!!! Aí sim... praia limpa, linda, com areia extensa,e mesmo com o mar bravo, me conquistou. E no canto direito da praia, o lindo resort Costão do Santinho (quem sabe um dia...). Mas nem precisa ficar lá pra apreciar o lugar. Só que não levei a máquina e fiquei sem fotos daquele paraíso.
O jantar foi num dos muitos restaurantes japoneses da cidade. Não sabia, mas lá a opção desse tipo de culinária é extensa e tem de todo preço. Escolhemos o FujiSan, que tinha bufê livre com preço diferenciado pra homens e mulheres, no centrinho da Lagoa. Adoramos! Recomendo.
Praia Mole
O dia seguinte foi nublado e já tínhamos escolhido ficar no lado sul da ilha. Fomos conhecer a praia Mole. Adorei!!! Fico na dúvida entre a preferência dessa e do Santinho. Praia limpa, linda, com estrutura de quiosques, locação de cadeiras e guarda-sol (acho que na temporada, todas devem oferecer isso) com areia que parecia uma farofa. Rendeu boas fotos.
No fim da tarde, fomos comer um doce na Chuvisco na Beira Mar Norte, confeitaria famosa de lá. Escolhemos 3 tipos de torta, todas deliciosas (Negra Lê, Chocolate com Avelã e Suíça), mas ficamos sem experimentar a que queríamos: a Moça Faceira (de chocolate, leite condensado e morango) porque havia acabado. Os preços eram justos. Recomendo!
Fim da fantasia na ilha da magia... de volta a realidade!

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